quinta-feira, 9 de abril de 2009

GLOSSÁRIO DO BLOGUÊS

Encontrei esse glossário no blog do Franz Kreuther. Este blog é minha rua. logo pedi licença para compartilhá-lo aqui no educacionices. Muito interessante.

Adsense - Programa de exibição de anúncios que geram renda quando clicados. É muito popular e está presente na maioria dos blogs.

Banner - espaço publicitário inserido no blog

Blogger – palavra criada pela Pyra Labs, é um serviço que oferece ferramentas para indivíduos publicarem textos na Internet.

Blogueiro– autor do blog.

Blogroll – lista de links para outros blogs ou sites disposta na lateral do blog.

Blogsofera - Entende-se por Blogosfera toda a comunidade de blogs na internet. O conjunto de quem faz, de quem disponibiliza e de quem lê Blogs é a Blogosfera.

Comentários – ferramenta que possibilita aos visitantes deixarem comentários sobre o que o autor escreveu.

Del.icio.us (Social Bookmarks) – serviço que disponibiliza uma lista on-line de links escolhidos comentados pelos usuários cadastrados.

FEED (Site Feed) – link para um endereço da internet (URL), que apresenta a página em formato RSS. Sites com esta opção podem ser lidos por aplicativos instalados no computador do usuário que, conectado à internet, recebe a notificação de que houve alguma atualização nos sites de seu interesse. O link também pode estar identificado como RSS, XML ou ATOM.

Flog ou Fotolog – tipo de blog no qual o elemento principal é a fotografia.

Gadget - chama-se também de gadget algum pequeno software, pequeno módulo, ferramenta ou serviço que pode ser agregado a um ambiente maior.

HTML – abreviatura de Hypertext Markup Language. Linguagem de programação de páginas na WEB.

Licença Creative Commons – É uma organização sem fins lucrativos que oferece um sistema flexivel de licenças que permite aos autores definir como como desejam distribuir e compartilhar suas obras na Internet.

Meme - é para a memória o análogo do gene na genética, a sua unidade mínima. É considerado como uma unidade de informação que se multiplica entre locais onde a informação é armazenada. O termo usado pelos blogueiros para definir quando um autor tem seu texto copiado e continuado em outros blogs. Geralmente, os blogueiros usam memes para aprofundar um tema ou simplesmente aumentar o acesso a seus sites.

Metablog – ato de publicar posts sobre blogs.

Moblog (Mobile blog) – blog ou área de um blog onde são publicados pequenos textos, sons ou imagens através do celular.

Paraquedista - Aquele que chega ao blog via buscadores, principalmente o Google. Os paraquedistas entram e saem das páginas rapidamente, clicando em links que venham a se assemelhar à sua busca inicial.

Permalink (Permanent Link) – link de acesso direto a um texto. Evita a necessidade da busca entre diversos arquivos.

Pingback - uma funcionalidade usada para notificar um blog ou website de que foi linkado por outro blog.

Plungins ou Plug-in - são mini-programas que adicionam funções a outros softwares ou serviços online.

Podcast – arquivos de áudio, geralmente MP3, criados por amadores ou profissionais para download e normalmente distribuídos via RSS.

Post – nome dado a cada publicação de texto ou imagem feita pelo autor, com título, data, hora etc.
RSS (Really Simple Syndication) – formato de página que pode ser lido por programas especiais (agregadores) a fim de identificar atualizações em sites cadastrados.

SEO - É uma técnica utilizada para posicionar sites e blogues nos primeiros resultados das pesquisas por termos nos buscadores.

Tagboard - mural onde os visitantes podem deixar recados e comentário.

Template - É o modelo, o layout do blog. Um template (ou "modelo de documento") é um documento sem conteúdo, com apenas a apresentação visual (apenas cabeçalhos por exemplo) e instruções sobre onde e qual tipo de conteúdo deve entrar a cada parcela da apresentação - por exemplo conteúdos que podem aparecer no início e conteúdos que só podem aparecer no final.

URL - abreviatura de Uniform Resource Locator, ou seja, o endereço de uma página na WEB

Widget - São os brinquedinhos dos blogueiros. Coisinhas que a gente coloca na barra lateral. Esse é um termo sem tradução que designa componentes de interface gráfica com o usuário (GUI). Qualquer item de uma interface gráfica é chamada de widget, por exemplo: janelas, botões, menus e itens de menus, ícones, barras de rolagem, etc.

WordPress - é o software para blogar mais popular da Internet. Foi criado pela companhia WordPress. Essa companhia de software pertence ao Yahoo. Tem mais funcionalidades do que o blogger e o número de templates e de plugins é muito maior, contudo o Blogger é mais prático e mais fácil de usar.

*Ilustração obtida em http://www.antispam.br/images/ilust-glossario.png

quarta-feira, 25 de março de 2009

Professor Blogueiro


Vale muito a pena ler esta postagem da Doralice Araújo, do blog namira.

Você conhece um professor blogueiro?
Fiz uma pesquisa na tarde da última segunda – feira com diversas escolas curitibanas. A intenção? Saber se algum colega professor mantinha uma página eletrônica com objetivo educacional, mas minha busca foi um insucesso, porque as secretarias e as coordenações pedagógicas não tinham conhecimento sobre o assunto – ou não estavam autorizadas a compartilhar a informação. Será que o leitor, especialmente se aluno do ensino médio, sabe se um dos seus professores é blogueiro educacional? Pois se a informação é afirmativa, por que não deixar a indicação aqui? Perguntei a todos os meus alunos e ninguém infelizmente sabia informar...

Arquivo cel. Doralice Araújo

Manter uma página bem qualificada na internet é aumentar as possibilidades profissionais; não duvide!

A professora Gládis Leal, com quem tenho estabelecido uma simpática conversa virtual, colaborou comigo e indicou uma lista de colegas professores Brasil afora. Visitei não apenas as páginas anunciadas, mas também as encontradas nos links apontados pelo Prof. Jarbas– e lamentei não poder destacar aqui os colegas locais, mas quem sabe em breve a situação seja outra?

Páginas educacionais são auxiliares muito interessantes à prática docente; para mim são coadjuvantes do cotidiano de um professor atento, não apenas às necessidades básicas do conteúdo escolar, mas também às formas de interação entre os sujeitos e agentes do conhecimento - e lamento que os colegas ainda fiquem restritos aos portais institucionais, sem trilhar caminhos próprios que divulgam não apenas o seu nome ligado à educação, mas, sobretudo o que têm a compartilhar profissionalmente com o mundo.

Os tempos são outros; as vantagens auferidas com a exposição, muitas vezes temida pelo profissional, são inúmeras. Quem não compartilha com os demais o que sabe fazer ficará restrito aos limites da instituição na qual trabalha, o que convenhamos é muito pouco. Se desejar criar uma página educacional vai aqui o meu estímulo, porque ela permitirá ao colega professor de qualquer área:

> Demonstrar a sua familiaridade com a escrita virtual.

> Rever a sua prática pedagógica.

> Instruir tarefas auxiliares aos tópicos que explicou em sala de aula.

> Apresentar novidades culturais aos seus interlocutores estudantis.

> Construir um território de idéias pessoais, entre outras grandes vantagens.

> Interagir com profissionais da educação.

> Fazer parte de uma rede infinita de possibilidades de crescimento profissional.

Recomendo:

> Profª Fátima Franco, no Leitura e Escrita na Escola

>Profª Sônia Bertocchi, no Lousa Digital

>Profª Miriam Salles - e suas observações sobre Informática Educacional e Meio Ambiente
> Profª Emília Miranda , no Netescrita

> Prof.Franz Kreutner Pereira, no Este blog é minha rua


Sugestão de escrita

Agora divulgue um endereço educacional – e justifique o porquê da sua divulgação. Vou certamente conferir os links e à medida que forem indicados vou trazê-los aqui para cima, aos poucos, não sem antes evidentemente conferir a qualidade e a objetividade do trabalho desenvolvido. Anteriormente já editei algumas páginas de professores e para conferir basta fazer uma leitura vertical deste Na Mira do Leitor.


Artigo publicado em Março/2009

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Para o Ano Letivo 2009


12 maneiras de transformar seu aluno em fã
Brasílio Neto

Manter um aluno por dois, três anos é relativamente fácil, com as dificuldades de se mudar de escola: o estudante tem de adaptar-se a um currículo totalmente novo, novas regras, etc.
O problema é que essa tática não garante que os parentes daquele aluno se matriculem ali. E tratando-se de ensino superior, vai frustrar o aluno, que não se sentirá preparado para sua profissão, e também não vai indicar a nenhum amigo ou conhecido a essa instituição.
Um dos grandes desafios das escolas hoje é tornar seus alunos fãs, para que eles permaneçam na instituição e tragam novos estudantes. Veja algumas dicas:

1.Seja fonte de novas idéias: todos seus alunos estão preocupados, em graus diferentes, com o futuro, com a maneira pela qual o mundo funciona. Apóie seus alunos nesse sentido, dando-lhes informações sobre o cotidiano que não estão no currículo. A escola também pode realizar palestras e bate-papos com profissionais de sucesso, futurólogos, economistas, etc.

2.Demonstre que você tem o conhecimento: o conhecimento que seus alunos esperam, muitas vezes, não é aquele que o professor passa na sala de aula. Que tal fornecer-lhes instruções básicas de economia, marketing pessoal e outros assuntos necessários para sobreviver lá fora? Desenvolva rápidos livrinhos sobre esses temas e distribua a seus alunos.

3.Transmita a imagem correta: se você quer que sua instituição de ensino seja reconhecida como a melhor da região, então faça com que tudo à sua volta reforce essa imagem. Não é necessário contratar um decorador e cobrir seu escritório com tapetes e quadros caros, mas concentre-se no óbvio. Ataque banheiros com ladrilhos faltando, parede manchadas, plantas secas ou mortas. Assegure-se de que toda sua equipe se apresente bem, com uniformes em ordem. Mire-se no exemplo dos parques da Disney, que sabem que boa parte de sua imagem vem de seus faxineiros, com uniformes imaculadamente limpos e passados. O mesmo vale para suas serventes.

4.Conheça o aluno: não assuma que você entende os anseios e as necessidades de todos os alunos. Cada bairro da cidade, cada classe social produz pessoas com necessidades e visões diferentes. Dentro de cada bairro, cada família possui suas peculiariedades. E dentro de cada família, cada pessoa tem seu modo único de pensar. Muitos colégios erram ao se apoiar em estudos referentes ao "aluno brasileiro médio". Ora, trabalhar com a média vai fazer, no máximo, que você crie uma escola igual às outras. Gaste algum tempo entendendo a comunidade que você quer atingir.

5.Demonstre que você está aprendendo constantemente: esse é um componente chave para garantir o relacionamento escola-aluno. Para que um estudante sinta-se confortável com o passar do tempo, você deve mostrar que está constantemente aprendendo, tornando-se mais atual, útil e competente. Ficar estagnado é fatal para qualquer instituição.

6.Comunique-se claramente: manter um entendimento claro e cristalino com seus alunos é mais importante do que nunca. Cuidado com aquelas circulares cheias de termos técnicos. Algumas são escritas de uma maneira que só confunde os alunos e pais. Esqueça, portanto, as "atividades de campo interativas para observação da variedade da fauna nacional no Bosque e Jardim Botânico Municipal Memorial Etelvina Montes Farberbara.". Escreva "visita ao Jardim Botânico".

7.Seja acessível: mantenha suas portas abertas, esteja sempre pronto para falar com seus alunos. A grande maioria não abusa dessa facilidade de acesso, embora eles se sintam mais seguros ao saber que podem contatá-lo sempre que precisarem. Diminua a burocracia entre a direção e os alunos.

8.Ouça: deixe o aluno falar e você vai acabar descobrindo exatamente o que ele deseja para que suas aulas e sua escola sejam ainda melhores. Somente quando você tem uma imagem bem clara dos motivos e preocupações dos estudantes é que você pode montar uma escola específica para aquela realidade. Abuse de caixas de sugestão e - por que não - reuniões com representantes de alunos.

9.Pense como o estudante: foque no que agradou a você como aluno, quando você sentava do outro lado da sala, bem como as coisas que fizeram você trocar de escola ou faculdade. Assegure-se de praticar a primeira parte, e evitar a segunda. E resista à tendência comum de achar que o que é bom para a sua escola é automaticamente bom para os alunos. Não é, mas o inverso é verdadeiro: o que é bom para seus alunos, no final das contas, vai ser bom para sua instituição. Pense nessas leis sempre que for aprovar algo para sua instituição. Aquela nova ação vai tornar o estudo melhor, mais fácil ou agradável?

10.Nunca decida o que um aluno quer: os estudantes querem conselhos, dicas, sugestões e não conclusões o tempo todo. Então ofereça opções e alternativas. Ensine-os a pensar e analisar. Existe um espaço para verdades absolutas na escola (2 + 2 =4), mas ele não deve ser dominante no relacionamento com os alunos. Trabalhe para criar um cenário que permita ao aluno decidir, apontando aspectos positivos e negativos de algumas situações. Você estará desenvolvendo características que serão muito úteis para eles mais tarde.

11.Torne-se paranóico: Andy Grove, presidente da companhia de peças de computador Intel, sugere que seu sucesso é resultado direto de sua paranóia. É a paranóia que o mantém engajado, atento e fazendo perguntas. Ele está constantemente no limite e suas antenas estão sempre funcionando. Dessa maneira, é difícil alguma coisa passar desapercebida ou pegá-lo de surpresa. O mesmo vale para sua escola. Tenha uma equipe de paranóicos, atentos às mudanças das necessidades dos alunos, aos novos lançamentos de livros didáticos, às novas tendências. Aí, separe o que é paranóia do que é realmente útil. Nada de ficar mudando de livros a cada lançamento: esteja atento, porém seja criterioso.

12.Se você não pode ajudar o aluno, seja honesto: a prova do profissionalismo é dizer não. Não existe maneira de uma escola (ou professor) ser capaz de fazer tudo - e nem o estudante espera isso. Alunos querem soluções boas e confiáveis. Se não for possível, diga. É melhor que prometer e não conseguir cumprir depois.


Encontrei este artigo no blog da pedagoga Tatyana é o Educando com Carinho, vale uma visita, é um blog excelente.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Blog? Para que serve?!


BLOG SERVE PRA ISSO! Antigamente, até a época do descobrimento do Brasil, vivía-se a Era da Oralidade. Apenas ouvíamos. A produção de informação era centrada em poucos indivíduos, e transmitidas oralmente. Aos demais cabia OUVIR e confiar na memória para garantir uma transmissão fidedigna. Depois, com a prensa de Gutemberg, veio o advento da imprensa escrita e o acesso a informação tornou-se possível a todos que soubessem ler.

Entramos assim na Era da Leitura. Mas a produção da informação continuava restrita a poucos. Cerca de 400 anos depois entramos na Era do Rádio. As notícias se espalham mais rapidamente, entretanto continuamos como ouvintes, e sem ter acesso a produção e propagação de informação. Na década de 1960 conhecemos a televisão, e inaugura-se uma nova era: a Era do Vídeo. Já não ficamos somente ouvindo as notícias. Agora queremos "ouvir com os olhos".

A partir daí as coisas se aceleram e apenas 30 anos mais tarde os computadores pessoais abrem um novo mundo à informação e comunicação. Entramos na Era da Multimídia. Deixamos de ser apenas receptores. Enfim podemos produzir, editar, publicar e compartilhar a informação.

E os Blogs servem pra isso! Num texto escrito para a apostila do Curso de Formação de Professores em Linux Educacional, realizado pelo NIED-Semec/Belém, escrevi: "Nesse cenário, a criança convive com um mundo formatado pelas Tecnologias da Informação e Comunicação-TIC; cresce e se desenvolve onde impera o computador, a mídia televisiva, as imagens frenéticas e coloridas, um universo imersivo, multivisual e multisonoro. (...)

Em contrapartida, a escola atual lhe oferece um mundo estático em preto e branco e espera que ela tenha reações de euforia e contentamento. O estudante da era da comunicação digital e imersiva já existe. E esse número aumenta exponencialmente a cada ano. Somente o espaço pedagógico tradicional se mantém o mesmo. Uma nova educação, uma nova escola, um novo educador tornam-se obrigatórios e urgentes. Nessa era nem o professor nem o aluno estão mais dispostos a, somente, LER, VER, OUVIR. E os Blogs servem pra isso!

Fonte: Franz Kreuther Este blog é minha rua.

sábado, 6 de dezembro de 2008

Blogueiras sendo entrevistadas


Ontem, sexta-feira 05/12/08, foi publicado no Portal Ceale/UFMG, uma matéria sobre a internet na educação.

As blogueiras do Alfabetização em Foco, foram escolhidas para falar um pouco sobre a importância dos blogs na prática educativa. Vale a pena conferir.

www.ceale.fae.ufmg.br